Carioca de 54 anos, é através da poesia que Eucanaã Ferraz ultrapassa fronteiras. Professor de Literatura Brasileira na Faculdade de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ e Consultor de Literatura do Instituto Moreira Salles, organizou ainda os livros de músicos como Caetano Veloso e Vinicius de Moraes. Já recebeu vários prémios e condecorações, muito por causa de obras como Desassombro, Cinemateca, Sentimentale Palhaço, macaco, passarinho.
António Marujo
Nascido em 1961, licenciado em Comunicação Social, jornalista desde 1985.
Colaborou nos programas Toda a Gente É Pessoa (Antena 1) e Setenta Vezes Sete (RTP) e ainda no semanário Expresso.
Foi jornalista da revista Cáritas (1986-89), do Diário de Lisboa (1989) e do Público, cuja redacção integrou desde a fundação, em Setembro de 1989, até Janeiro de 2013, acompanhando a informação religiosa.
Foi distinguido em 1995 e 2006 com o Prémio Europeu de Jornalismo na Imprensa Não-Confessional (instituído pela Conferência das Igrejas Europeias e pela Fundação Templeton).
Participou em diversas publicações e obras colectivas. Publicou vários livros, entre os quais Vidas de Deus na Terra dos Homens, Um Papa (In)Esperado, Quando a Igreja Desceu à Terra, Francisco – Pastor Para Uma Nova Época, O Coração da Igreja Tem de Bater (entrevista com J. Carreira das Neves), Lugares do Infinito (guia de mosteiros com hospedaria) e Deus Vem a Público que recolhe um conjunto de entrevistas a pensadores e líderes reigiosos estrangeiros.
Joaquim Franco
JOAQUIM FRANCO nasceu em Lisboa, em 1967. Casado, tem dois filhos. É investigador em Ciência das Religiões na ULHT, fundador do Observatório para a Liberdade Religiosa, autor e coautor de diversas publicações – entre as quais, Do eu solitário ao nós solidário (Verso de Kapa), Somos pobres mas somos muitos (Verso de Kapa) e Leitura (im)possível de uma visita (Ed. Lusófonas) –, é também formador nas áreas de Religião e Comunicação. Fez formação em jornalismo no CENJOR. Jornalista da SIC e fundador da SIC Notícias, cronista na SIC Online e na RR, passou antes pela TSF, Comercial e CMR. Foi ainda realizador e editor do 70×7, na RTP2. Recebeu o Prémio Orlando Gonçalves 2014, pela reportagem Esplendores… (SIC); 2.º Prémio Giu-seppe de Carli 2013, pela reportagem Arquivo Se-creto Vaticano (SIC); Prémio Comunicação Social//Rádio 1999, pela reportagem Terceira Idade da Inocência (TSF); Menção Honrosa Impresa 2005, pelo documentário João Paulo II, o primeiro Papa global (SIC/Expresso); Menção Honrosa CLEPUL 2013, pela reportagem O esplendor da austeridade (SIC); e viu a reportagem Ritual da morte no Islão nomeada entre as melhores de 2006 pelo ACIME. Ligado à ação social e ao associativismo desportivo, é membro da administração de uma Misericórdia e foi vogal da CNJP.
Marta Hugon
Marta Hugon é natural de Lisboa, onde nasceu em 1971. Formada em Línguas e Literaturas Modernas, a cantora deu aulas no Hot Club Portugal, o mais antigo bar de jazz na Europa. Entre as suas influências, é possível listar grandes nomes da música brasileira como Chico Buarque e Jobim, mas também Sérgio Godinho, Beatles e Ella Fitzgerald. A sua discografia espelha isso mesmo e inclui Tender Trap (2005), Storyteller (2008) e A Different Time(2011). Em 2016 lançou Bittersweet, que conta com a colaboração de outros músicos como Filipe Melo, Samuel Úria e João Só.
José Sousa Jamba
Nasceu em Kachiungo, província do Huambo, Angola, em 1966. Emigrou para a Zâmbia em 1976, devido à guerra em Angola, e foi aí que se iniciou na escrita e no jornalismo. Depois de uma bolsa de estudos em Inglaterra, o jornalista passou por países como os Estados Unidos, Brasil, Portugal, Inglaterra, colaborando em jornais como o The Spectator, The Indepentente o Terra Angolana (órgão de informação da Unita), sem nunca deixar de lado a sua produção literária patente em obras como Patriots (1990), A Lonely Devil (1994) e On the Banks of the Zambezi (1993).
Yara Kono
Nasceu em São Paulo, Brasil, em 1972. Começou os seus primeiros sarrabiscos na parede da saleta. A mãe, que de início não ficou nada satisfeita, acabou por ceder aos «dotes artísticos» da filha. Da parede para o papel, do papel para o computador… assim passaram os anos. Desde 2004 faz parte da equipa do Planeta Tangerina.
Em 2008 recebeu com Isabel Minhós Martins, uma Menção Honrosa no Prémio Internacional Compostela para Álbuns Ilustrados pelo livro «Ovelhinha Dá-me Lã» (Kalandraka).
Em 2010 ganhou o Prémio Nacional de Ilustração, com «O Papão no Desvão», de Ana Saldanha (Caminho).
Em 2013, «A Ilha» (Planeta Tangerina), de João Gomes de Abreu e Yara Kono, ganhou uma Menção do Júri na categoria Opera Prima nos Bologna Ragazzi Awards. No mesmo ano, recebeu uma Menção Especial no Prémio Nacional de Ilustração com o livro «Uma onda pequenina» (Planeta Tangerina).
Carlos Vaz Marques
Carlos Vaz Marques é jornalista e editor. Nasceu em Lisboa em 1964 e integra a redação da TSF, com passagens pelo JL – Jornal de Letras e o semanário O Jornal. Através da rubrica Pessoal…. E Intransmissível na TSF, já entrevistou várias personalidades de diferentes áreas como Salman Rushdie, Dalai Lama, Mário Vargas Llosa, José Saramago, entre outros. Colaborou com vários jornais e revistas como a Ler, Visão, DNa, etc. Atualmente modera o programa Governo Sombra, é diretor da revista Granta e ainda coordena a coleção Literatura de Viagens da editora Tinta-da-China.
Adolfo Maria
Escritor angolano e ativista político ferveroso, Adolfo Maria nasceu em Luanda, em 1935. Na juventude, a sua consciência política levou-o a lutar a favor da independência de Angola, chegando a ser preso pela PIDE. Desde cedo que escreve em jornais e revistas e dirigiu também a rádio Angola Combatente. Após o 25 de Abril, foi obrigado a exilar-se em Portugal, regressando ao seu país já nos anos 1990. Mais recentemente, partilhou informações e experiências para a elaboração de livros e filmes que relatam este período da sua vida. Participa em colóquios sobre África e Angola e faz parte do painel de comentadores do programa radiofónico Debate Africano, da RDP África.
Jorge Silva Melo
Jorge Silva Melo (1948) nasceu em Lisboa e estudou na London Film School. Foi crítico de teatro em publicações como O Tempo e o Modo, A Capitale o Jornal de Letras. Trabalhou na área de produção com João César Monteiro, Paulo Rocha, António Pedro Vasconcelos e Alberto Seixas Santos. Em 1973 funde e dirige o Teatro da Cornucópia com Luís Miguel Cintra e aqui trabalha como encenador e ator. Entretanto sai da Cornucópia para um estágio com Peter Steinn e Giorgio Strehler. Em 1988 volta aos palcos como encenador, intérprete. É fundador dos Artistas Unidos onde também é diretor artístico. Escreve várias peças como Seis Rapazes, Três Raparigas ou Prometeu e ainda realiza documentários, longas e curtas-metragens como Passagem ou a Meio Caminho, António, Um Rapaz de Lisboa, Ninguém Duas Vezese Felicidade
Rui Moreira
Nasceu no Porto a 8 de Agosto de 1956. Frequentou o Colégio Alemão do Porto, o Liceu Nacional Garcia de Orta e licenciou-se em gestão de empresas em 1978, pela Universidade de Greenwich (Londres, Inglaterra), tendo obtido, nesse ano, o prémio de melhor aluno do curso.
Regressado a Portugal e à sua cidade natal, evidenciou-se como uma voz ativa na defesa dos interesses da cidade do Porto e da Região Norte, organizando e participando em conferências sobre o tema e escrevendo na imprensa, onde foi cronista habitual. Foi também comentador político em várias estações televisivas.
Foi velejador internacional, tendo vários títulos de campeão nacional em seniores e juniores em várias classes. Foi membro do Conselho Consultivo do Futebol Clube do Porto.
Em 2001 foi eleito presidente da Associação Comercial do Porto, cargo que exerceu até 2013. Paralelamente tem exercido diversos cargos consultivos nas áreas do comércio, da cultura e do ensino superior na Universidade do Porto e na Universidade Católica.
Rui Moreira liderou uma candidatura independente à Câmara Municipal do Porto, tendo sido eleito a 29 de Setembro de 2013. Tomou Posse como Presidente da Câmara Municipal do Porto a 22 de outubro de 2013.









